
Não sei se é só conversa. Só o tempo o dirá. O que sei é que o discurso é bom (mais o conteúdo que o contexto). Não fosse tão conservador em determinadas matérias e tínhamos politico.
A verborreia do desabafo nas ascenções e quedas de um humano. Sinta-se livre para dizer de sua justiça.






Estou cá a pensar escrever um livro sobre as intimidades vividas com alguém famoso, mas como não conheço qualquer pessoa tão famosa que justifique um livro, vou continuar a ser remediado e incógnito. Afinal, se o preço da fama é andar sempre com medo de levar um encherto de porrada, prefiro ser desconhecido mas íntegro. Todavia, a Carolina merece os meus parabéns. Ao publicitar aquelas coisas revelou que os tinha no sítio. Será isso que atraíu o Pinto da Costa?











Ele há normas, leis, regras, sugestões, conselhos e até mesmo bom senso, mas este herói não precisa de nada que o proteja de uma queda. Deve ser porque a pintura estava a ser feita no Hospital de S Francisco e, caso o diabo batesse à porta, haveria certamente ali um anjo vestido de branco que lhe acalmaria as dores.

Só hoje li isto,
Parece que um tal Manuel Lancastre andou a usar o seu telefone durante um ano inteirinho, mas quem pagou foi o Estado.
Nunca lá fui. Muito do que sei vem dos bombardeamentos bem embalados dos media. Mas isto é coisa que se come aquecida e cozinhada por outros. Não é a mesma coisa. O mais próximo que estive da realidade americana foi durante um semestre, há vários anos, na cadeira de Cultura Inglesa, com o professor John Mock. John era um americano de trinta e tal anos, loirinho, de óculos redondos, fã moderado dos REM. A isto não é alheio o facto de a banda e o professor serem originários da mesma cidade.
Estar vivo é o contrário de estar morto. Se não há notícias da sua morte é porque está vivo. É a lógica! E a lógica também diz que se alguém foge de algo, é porque esse algo o desagrada. E a comunidade cubana em Miami cresce...
A guerra é estúpida.
Em 2002, o então Primeiro Ministro, de seu nome António, afirmou que Portugal estava um pântano. Ora, se o país era um pântano, na certa que muita da responsabilidade lhe poderia ser atribuída, pois à uns anitos que ali andava ele e a sua equipa a governar a coisa. Dito isto, eis que o homem bate com a porta e demite-se. Ora, daqui poderia pensar-se que os engenheiros do pântano iam às suas vidinhas dando a vez a outros. Não! Cá estão eles novamente! Eu já desconfiava, mas desta vez fiz as contas; dos 17 ministros actuais, 9 estavam com o António no XIV Governo Constitucional. É para dragar o pântano? Vão fazer um arrozal? É para vender aos espanhóis convencendo-os que o terreno é bom para a beterraba? Ou é só porque são uns malucos e gostam de chafurdar na lama?
Férias. Forte da Praia da Ilha do Pessegueiro. A vista da praia e da ilha é bonita. A vista de dentro do forte é que não. As paredes revelam as fogueiras que lá se fazem. A destruição revela o abandono. O lixo revela a falta de civismo. Ficou a foto, e a vergonha de vêr dois turistas estrangeiros levarem também esta imagem do meu país.
Férias. Praia, sol e viajar. Fui de férias. Nas férias leio mais. Mais jornais e revistas. Leio a Visão e deparo-me com uma reportagem sobre as paradisíacas praias portuguesas da zona onde passava férias. "Olha! Vamos para uma destas que eles falam aqui!". O artigo descrevia uma praia de difícil acesso, as localidades e estradas até lá chegar. Lá avisava que se tinha de andar um bocadinho nas dunas, mas que valia a pena. Encontrei a dita. Desci uma ravina íngreme e... lá estava ela. A praia era extensa, linda e quase deserta. Realmente parecia o paraíso. Até tinha um monitor (e presumo que o computador não deveria estar longe) ali no meio da areia. Fantástico. Aquilo era o paraíso com internet! No monitor permanecia a mensagem: VIAGE. Para onde? Para a escola primária e re-aprender a escrever? Ou daqui para fora? Ficou a foto.
Segundo o jornal Região de Leiria, no seu primeiro mês, as obras do novo edifício dos paços do concelho de Ourém, já levam uma derrapagem entre 5 e 10%. Isto significa que, a este ritmo, com 20 meses de obra o valor orçamentado duplicará. Talvez a solução seja trabalhar mais depressa. Menos meses, menos derrapagem!
Ontem, depois da eliminação de Portugal do campeonato do mundo de futebol, em jogo frente à equipa francesa, estava António Esteves Martins em directo de Paris a descrever o ambiente quando, depois de sofrer as manifestações "normais" de euforia francesa, ou seja, saltos, gritos, bandeiras na cara e empurrões, há uma mão que entra subitamente em imagem e o atinge na cara. Estupefacto, o profissional da comunicação expressou uma cara como quem pergunta: "Então? O que é isso?". Não sei se houve resposta mas deixo aqui a minha; foi um francês que, em Paris, deu um soco num jornalista português nas comemorações da vitória da sua selecção de futebol, no Mundial da Alemanha.