Este gajo é estúpido. É estúpido este gajo. Há mais gajos estúpidos. Quem é este gajo? Quem este gajo pensa que é?
A verborreia do desabafo nas ascenções e quedas de um humano. Sinta-se livre para dizer de sua justiça.
29.4.06
Irânio empobrecido
Este gajo é estúpido. É estúpido este gajo. Há mais gajos estúpidos. Quem é este gajo? Quem este gajo pensa que é?
5.4.06
Trabalhar até morrer
Segundo o diário com maior tiragem neste país (Diário da República), num concurso externo de admissão à função pública, houve um excluído por... já se encontrar em situação de aposentado! Não sabia que até os aposentados têm regime de exclusividade, não podendo ter mais do que uma actividade. Vivendo e aprendendo.
Fundacionni
2.4.06
Elas

Elas são calor e sol quando sorriem. Elas dão amor e vida. Elas inspiram e choram. E preenchem, e faltam tantas vezes. Elas são amizade que não se esgota, são carinho, são mães, são avós, são o sal que não faz mal. Elas não precisam de quotas quando a sua quota parte preenche o todo.
Quotas de mulheres na política? Prefiro quotas de mérito. E essas já as têm por serem como são - únicas.
A minha cruz

Ditam-me objectivos. Formam-me, informam-me, transformam-me. Sem cenoura nem nada, o burro aceita. Carrega, puxa, força burro! É que há aquela coisa do défice que tem de ser resolvida. E aqui só há duas opções; ou se corta nos custos, ou aumenta a receita. IVA 21%, tabaco e gasolina upa, upa. Mas não chega... O burro tem de cravar mais fundo na terra. Tem de chupar até ao tutano. É para isso que me pagam... No fim os objectivos foram ultrapassados. Mérito? O mérito ficou no bolso do dono, e o burro não se alimenta com elogios em sussurro. Os burros continuam a ser burros e o custo de se querer burros não resolve a coisa.
Um dia, uma companheira de carga desatou a tirar de si para dar aos outros. Burra? Talvez não. Não será aí que o burro se torna humano?
26.2.06
13.2.06
Rendimento máximo garantido(?)

A Polícia Judiciária está a investigar uma alegada fraude no Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social (CDSSS) de Leiria, na ordem de centenas de milhar de euros, cometida com verbas do Rendimento Social de Inserção (RSI).O esquema passaria por “ressuscitar” processos de pessoas já mortas, permitindo a emissão de vales de correio para pagamento do RSI, o antigo Rendimento Mínimo Garantido.Alegadamente, uma funcionária administrativa do CDSSS de Leiria enviava esses vales de correio para a sua própria casa e depositava-os na sua conta bancária. Um inspector da mesma instituição também está metido ao barulho. Tudo porque terá detectado a “marosca”, mas não a denunciou no seu relatório.A denúncia dos indícios de crime foi enviada no final de Janeiro para o Ministério Público pela própria direcção, que acredita ter detectado um esquema de desvio de dinheiros públicos, accionando os respectivos processos disciplinares aos dois funcionários, acabando mesmo por suspender a trabalhadora.Segundo apurou o nosso jornal, a “contabilidade” realizada a apenas um caso detectou um desvio de dinheiros públicos que ultrapassa os 100 mil euros. A dimensão da fraude – a confirmarem-se os factos denunciados - ainda está longe de ser calculada, uma vez que se sabe que há mais processos, mas o número de casos está ainda por averiguar. in Região de Leiria.
9.1.06
O Padrinho
A 200 na Auto-estrada? A fazer campanha à porta de um local de voto? Este senhor dorme e pensa que os outros o seguem. Não! Não esqueço e não me calam. A mim não me compra. Nem você, nem o BPI ou o BCP. Vai sair pela porta pequena. Talvez só mais tarde se saiba toda a verdade. Não foi assim com o seu amigo Miterrand?
29.12.05
2006
Pão e circo

Na falta de pão vai-se contentando o povo com circo. Quem dá pão, dá circo. E quem dá circo, dá pão? Em concreto: O Estado vai dando pão. E dá o Europeu de futebol com estádios de cores circenses. Mas quem manda, quem realmente manda, dá grandes árvores de natal no Praça do Comércio, dá neve na rotunda do Marquês de Pombal, dá patrocínios a clubes de futebol e dá... dá lucros de milhões todos os anos. E o pão? Sobram migalhas por entre as carcaças de quem já ganhou mais do que suficiente para que nos continue a encher os olhos de circo, enquanto a barriga clama por pão.
22.12.05
Livre
25.11.05
Santa isenção
No ano de 2004 o Concelho de Ourém tinha €65.375.706,74 de valor patrimonial de prédios urbanos e rústicos com isenção permanente de Imposto Municipal sobre Imóveis. Representavam 12,48% do valor patrimonial total dos prédios neste Concelho. É muito? É pouco? Em volume, é o maior do Distrito de Santarém. Em percentagem, comparemos com outros Concelhos comparáveis: Santarém - 5,17%; Abrantes - 8,66%; Entroncamento - 9,98%; Tomar - 9,25%; Torres Novas - 8,36%.O que é que isto significa? Significa que, fazendo uma média pelas percentagens atrás referidas e encontrando a diferença para os 12,48%, a autarquia deixou de embolsar cerca de €200.000,00. Porquê? Talvez a razão esteja aqui, siga pelas Instruções Administrativas e desemboque na Circular 10/2005, de 21/11.
Se aquela for a razão, será que o Concelho é compensado na distribuição orçamental?
Ou eu brinquei com números, ou andam a brincar com bolso alheio.
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