11.9.12

Revolução? Para quê?


Há por aí uns adeptos de uma revolução neste país com características violentas. Para quê?
Para redistribuir melhor a riqueza? Quando chegarem aos cofres que invejam apenas encontrarão dívidas.
Para tirar do poder esta classe política? E depois? Quem fica no poder? Os que lá chegaram de forma violenta? Nunca será um bom princípio. E quanto aos depostos? Haverão julgamentos populares? É realmente isso que querem?
Para tirar de cá a "troika"? E depois? Vamos viver apenas do que produzimos? Sem electricidade. Sem combustíveis. Com ordenados verdadeiramente miseráveis? Vamos ser financiados por outros? Quem? O que teremos que dar em troca?
Os povos civilizados fazem revoluções nas urnas de voto, em manifestações pacíficas, na justiça e no uso pleno da cidadania. É agora que mostramos o que somos e para onde vamos. Não há atalhos!

9.9.12

Assaltam-se-me questões do caraças!


Tal como prometeu, já encerrou a prisão de Guantanamo?

Jerónimo de Sousa. Secretário-geral PCP


É estranho ouvir um líder de um partido comunista discursar contra o capitalismo quando o grande capital está nas mãos do PC chinês, do PT brasileiro, do camarada Putin ou do amigo Chavez. É no que dá usar sempre a mesma cassete e não perceber que os tempos mudaram.

6.5.12

É o que é


Um país que passa uma semana a discutir a promoção de 50% de desconto do Pingo Doce não merece mais do que aquilo que é.

1.5.12

1º de maio


Dia do trabalhador. Centros de saúde e escolas fechados. Hipermercados e centros comerciais abertos. Prioridades...

18.4.12

Há limites... e há limitados(as).


A distribuição pública da água foi a primeira conquista da civilização moderna. Não é para privatizar.

11.4.12

Quando eu for grande...


Quando for grande também quero que as minhas dívidas sejam pagas por uma empresa de construções. Mas como ainda sou pequenino, tenho de trabalhar para as pagar.

11.2.12

Bashar al-assad, presidente da Siria


Este senhor com cara de parvo, para além de o ser, é também um assassino do seu próprio povo e terá um fim triste.

19.1.12

E eu que pensava que havia gente de Ourém na loja maçónica Mozart!



Mas não. Não há gente de Ourém na loja. Caso houvesse, certamente que os órgãos de comunicação locais já o teriam noticiado e tentado uma entrevistazita.

14.11.11

14.10.11

Para que a memória não seja curta.

José Socrates. O principal responsável por Portugal estar de mão estendida à beira da bancarrota. O principal responsável pelas impostas medidas de austoridade a que o país vai estar sujeito em 2012 e 2013. Para que a memória não seja curta e os bois tenham os seus nomes chamados.